quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Genealogia 02.

Manuel Dutra Caldeira: *1680, em Fateira, Horta, Ilha do Faial, Açores, Portugal; c/c Bárbara Duarte, *1683, também natural de Fateira. São décimos primeiros avós do autor; Pais de:
F. Pedro Dutra Caldeira.
F. Filipe Dutra Caldeira: *Fateira; casado em primeiras núpcias com Maria Rodrigues, natural de Fateira, filha de Manoel Rodrigues, natural de Castelo Branco, Horta, Ilha do Faial, e de Maria Luís, natural de Fateira. Casou-se em segundas núpcias com Maria Silveira, natural de San Carlos, Maldonado, Uruguai, filha de Antônio Silveira Goulart, e de Maria Dutra *p/v 1703, ambos naturais de Fateira; em 17-05-1747, em Fateira. Filipe morreu em 26-12-1771, em San Carlos. Maria morreu em 03-01-1800, em Rio Grande, Rio Grande do Sul. Filipe e Maria Silveira são décimos avós do autor. O casal Filipe e Maria foi feito prisioneiro, quando os espanhóis invadiram a Vila de São Pedro de Rio Grande, em 1763, juntamente com os filhos, e lá fixaram residência. Pais de (do 1° matrimônio):
N. Maria de Santo Antônio: c/c João Garcia Pereira, em 19-04-1744, em Fateira, filho de Filipe Pereira e Ana Pereira. Pais de:
Bn. Francisco Dutra Garcia: *16-12-1753, em Fateira, batizado em 21-12-1753, em Fateira; morreu em 11-01-1836 em Fateira; c/c Mariana da Rosa Bulcão, *15-06-1771, natural de Fateira, em 22-02-1789, em Fateira, filha de Manuel Silveira Bulcão *p/v 1744 e de Izabel Francisca *p/v 1750, naturais de Fateira. Mariana morreu em 16-10-1822, em Fateira.
Bn. Maria Tereza de Jesus: c/c Antônio da Rosa de Medeiros, filho de João da Rosa e Mariana da Conceição.
N. Manuel Dutra Caldeira: c/c Rosa Maria de Mendonça, em 29-05-1747, em San Carlos, filha de Manoel de Mendonça e Ana Dutra, e viúva de João de Freitas.
N. Catarina de São Mateus: * Fateira; c/c Antônio da Silva; morreu em 19-10-1753, em Rio Grande.
 Do 2° matrimônio, com Maria Silveira:
N. Inácia Dutra: *17-11-1762, em Rio Grande, batizada em 12-12-1762, em Rio Grande; c/c Ramon António Del Porto, natural de San Martinho, Galícia, Espanha, em 27-04-1778, em San Carlos, filho de Nicolás Del Porto e Ângela Mariño, ambos naturais de Sam Martinho. Pais de:
Bn. Maria Antônia: *San Carlos, batizada em 20-06-1780, em San Carlos.
N. Maria Dutra da Silveira: *11-01-1759, em Rio Grande, batizada em 13-02-1759, em Rio Grande; c/c Antônio Silveira da Rosa, *p/v de 1755, em 1775 em San Carlos, filho de Manuel Silveira da Rosa *29-05-1728 e de Maria Rosa de São José, *09-08-1724, ambos naturais de Cedros, Horta, Ilha do Faial.
N. Vitória Dutra: *25-03-1756, em Rio Grande, batizada em 19-04-1756, em Rio Grande; c/c Ambrósio Pires da Rosa, *p/v de 1743, natural de Santa Luzia, Ilha do Pico, Açores, em 1771, em San Carlos, filho de Ambrósio Pires da Rosa e Maria Pereira, naturais de Santa Luzia. Pais de:
Bn. Ana Maria Pires: *San Carlos; c/c Manoel Rodrigues Luís, filho de Antônio Rodrigues Luís e de Rita Francisca.
Bn. Ambrósio Pires da Rosa: c/c Anna de Faria, filha de Domingos de Faria Alvernáz e de Mariana Rosa de São José, todos naturais da Ilha do Faial.
N. Rosa Maria de Jesus: *Rio Grande, batizada em 08-07-1753, em Rio Grande; faleceu em 12-08-1833, em Porto Alegre; casada em 1° núpcias com José Lopes Pacheco *16-10-1736 natural de Nove Ribeiras, Ilha Terceira, Açores, em Viamão, Rio Grande do Sul, filho de Diogo Pacheco Louro, *14-12-1699, e de Bárbara da Conceição *13-06-1703, ambos naturais de Nove Ribeiras. Casou-se em 2° núpcias com Francisco Ferreira Saldanha, natural de Pouso Alto, Minas Gerais, filho de Caetano Saldanha, natural de Vila Rica, Minas Gerais, e de Maria Ferreira de Andrade, natural de Pouso Alto. Pais de (do 1° matrimônio):
Bn. Cipriana Joaquina da Conceição: *Viamão, batizada em 24-02-1771, em Viamão; c/c Francisco Antônio da Silveira, natural de Viamão, em 11-01-1789, em Porto Alegre, filho de Francisco Antônio da Silveira, natural de Conceição, Horta, Ilha do Faial, e de Antônia Maria de Jesus, natural de Jacareí, São Paulo.
Bn. Luciana Antônia de Jesus: *Santo Antônio da Patrulha, batizada em 27-07-1773, em Santo Antônio da Patrulha; c/c Manuel Antônio da Silva *08-09-1768, natural de Viamão, filho de Francisco Antônio da Silveira e de Antônia Maria de Jesus.
Bn. Francisco José Pacheco: *Santo Antônio da Patrulha, ali batizado em 25-09-1774; casado em 1° núpcias com Maria Inácia de Jesus, natural de Rio Grande, em 29-01-1796, em Rio Grande, filha de José Francisco Duarte e Inácia Maria. Casou-se em 2° núpcias com Dionísia Teresa de Jesus, natural de Lisboa, Portugal, em 13-11-1819, em Pelotas, filha de Diniz Girard, natural de Lyon, França e de Francisca Teresa de Jesus, natural de Covilhã, Castelo Branco, Portugal. Pais de (do 1° matrimônio):
Tn. Ana: *06-10-1799, em Rio Grande, batizada em 12-11-1799, em Rio Grande.
Tn. Maria: *23-03-1801, em Rio Grande, batizada em 16-04-1801, em Rio Grande.
Tn. Joaquina Maria Pacheco: *20-07-1803, natural e ali batizada em 27-07-1803; c/c Frederico Augusto de Carvalho Bastos,*p/v de 1807, natural de Lisboa, filho de Antônio Xavier de Carvalho Bastos, natural de Seixal, Setúbal, Alentejo, Portugal, e de Angélica Ludovina Girard, natural de Lisboa.
Tn. Manuel: *24-01-1806, em Rio Grande, ali batizado em 28-01-1806.
Tn. ?: gêmea com o anterior.
Do 2° matrimônio:
Tn. Antônio: *22-08-1820, em Pelotas.
Tn. Eulália: *Pelotas, batizada em 12-02-1823, em Pelotas.
Bn. José Pacheco Lopes: *e batizado em Santo Antônio da Patrulha, em 05-10-1776; c/c Vicência Maria do Nascimento *Santo Antônio da Patrulha, em 07-04-1799, em Gravataí, filha de Vicente Francisco dos Santos *23-09-1753, e de Ana Maria de Jesus, *16-05-1759, ambos naturais de Rio Grande. Pais de:
Tn. Clementina Maria do Nascimento: c/c José de Freitas Noronha, *p/v 1818, natural de São Francisco de Paula, Rio Grande do Sul, em 07-11-1843, em Santo Antônio da Patrulha, filho de Narciso José Pacheco, natural de Viamão.
Bn. Antônio José Pacheco: *Santo Antônio da Patrulha, ali batizado em 21-06-1778.
Do 2° matrimônio:
Bn. Matilde Maria Saldanha: *20-03-1785, em Santo Antônio da Patrulha, ali batizada em 03-04-1785; c/c Bernardo José da Silva *15-01-1781, natural de Porto Alegre, em 01-06-1803, em Santo Antônio da Patrulha, filho de Francisco Antônio da Silveira, natural de Conceição, Ilha do Faial, e de Antônia Maria de Jesus, natural de Jacareí, São Paulo.
Bn. Policarpo José Saldanha: *01-03-1787, em Santo Antônio da Patrulha, ali batizado, em 11-03-1787; c/c Umbelina Rosa do Amor Divino, sua sobrinha, natural de Santo Antônio da Patrulha, em 06-02-1823, em Porto Alegre, filha de Manuel Antônio da Silva e Luciana Antônia de Jesus.
Bn. Cipriana: *p/v de 1787, em Santo Antônio da Patrulha, ali batizada.
Bn. Francisco Antônio de Jesus: *Santo Antônio da Patrulha, ali batizado em 02-09-1789; c/c Floriana Maria da Encarnação, natural de Taquari, Rio Grande do Sul, em 02-11-18011, em Taquari, filha de Jerônimo José Rodrigues e de Lauriana Maria de Jesus, ambos naturais de Triunfo, Rio Grande do Sul. Pais de:
Tn. Manuel: *09-07-1813, em Taquari, ali batizado em 25-07-1813.
Tn. Inácia: *20-10-1814, em Taquari, ali batizada em 29-10-1814.
Tn. Antônio: *Taquari, ali batizado em 20-10-1824.
Tn. Jerônimo: *17-09-1826, em Taquari, ali batizado em 09-10-1826.
Bn. Maria: * Santo Antônio da Patrulha, ali batizada em 14-05-1792.
Bn. Joaquina Antônia de Jesus: * Santo Antônio da Patrulha, ali batizada em 21-05-1798; c/c Manuel Félix Vaz, natural de Porto, Portugal, em 22-08-1814, em Santo Antônio da Patrulha, filho de Manuel Vaz e Teodora Antônia.
N. Vitória: *Fateira; morreu em 04-05-1752, em Rio Grande.
N. Manuel Dutra da Silveira: *Fateira; c/c Isabel Maria Teixeira, *31-08-1756, natural de Rio Grande, em 01-12-1777, em San Carlos, Maldonado, Uruguai, filha de Antônio Teixeira Corrisco *p/v de 1694 e de Isabel Maria Viera *p/v de 1708, naturais de Urzelina, Velas, Ilha de São Jorge. Manuel e Isabel Maria, são nonavós do autor. Pais de:
Bn. Joaquina: *10-09-1797, em Rio Grande, ali batizada em 27-09-1797.
Bn. Teodósio: *04-09-1795, em Rio Grande, ali batizado, em 20-09-1795.
Bn. Benigna: *22-08-1793, em Povo Novo, Rio Grande, ali batizada, em 28-10-1793.
Bn. Ana: *20-06-1791, em Povo Novo, ali batizada em 04-07-1791.
Bn. Anacleta Maria Dutra: *07-09-1789, em Povo Novo, ali batizada em 19-09-1789; c/c Pedro Muniz Fagundes, *p/v de 1789, natural de Rio Grande, em 28-11-1807, em Rio Grande, filho de Vicente Muniz Leite, *p/v de 1749, natural de Nova Iguaçu, Rio de Janeiro e de Dionísia Pereira da Assunção, natural de San Carlos. Pais de:
Tn. Sérgio: *09-09-1809, em Rio Grande, batizado em 19-09-1819, em Rio Grande.
Bn. Manuel Dutra da Silveira: *22-05-1787, em Rio Grande, ali batizado em 29-06-1787; c/c Josefa Balbina Fagundes, natural de Rio Grande, filha de Vicente Muniz e de Dionísia Pereira da Assunção. Pais de:
Tn. Leonel Dutra Fagundes: *15-14-1809, em Rio Grande, ali batizado em 06-05-1809.
Tn. Israel Dutra Fagundes: *15-04-1809, em Rio Grande, gêmeo com o anterior; c/c Marcelina Francisca de Souza, em 28-06-1830, em Piratini, filha de Marcelino Francisco de Souza, *23-12-1785, natural de Rio Grande e de Eugênia Felipa de Medeiros.
Bn. José: *03-09-1785, em Rio Grande, ali batizado em 17-10-1785.
Bn. Laureana Dutra: *24-10-1783, em Rio Grande, ali batizada em 01-11-1783; c/c José Leonardo Germano, natural de Sé de Leira, Portugal, em 08-02-1802, em Rio Grande, filho de Alonsio Belarino e Paula Joaquina. Pais de:
Tn. Maria: *09-01-1805, em Rio Grande, ali batizada, em 24-02-1805.
Tn. Maria Joaquina Germana: *20-05-1809, em Rio Grande, ali batizada em 07-06-1809; casada em 1° núpcias com Manuel da Silva Santos, natural de São Salvador, Porto, Portugal, em 12-05-1825, em Rio Grande, filho de Manuel da Silva e de Ana Luísa. Casada em segundas núpcias com João Antônio da Rosa, natural de Desterro, Santa Catarina, em 27-12-1832, em Rio Grande, filho de Antônio José Pereira e de Rita Maria de Jesus.
Tn. José Leonardo Germano: *Rio Grande; c/c Eugênia Maria Lucas, natural de Rio Grande, em 01-03-1832, em Rio Grande, filha de João da Costa Santos, *p/v de 1772, e de Joana da Rosa Lucas de Oliveira, *16-03-1786, natural de Piratini.
Bn. Maurício Dutra da Silveira: *22-09-1781, natural de Rio Grande, ali batizado, em 28-10-1781; c/c Maria Ferreira da Conceição, natural de Rio Grande, em 14-06-1803, em Povo Novo, filha de Vicente Ferreira dos Santos e de Ana Inácia Gomes. Pais de:
Tn. Vicente: *05-04-1804, em Rio Grande, ali batizado, em 28-07-1804.
Tn. Joaquina: *07-10-1806, em Rio Grande, ali batizada, em 24-10-1806.
Tn. Virgínia: *08-06-1808, em Rio Grande, ali batizada, em 10-07-1808.

Bn. Maria Dutra: *06-10-1778, em San Carlos, ali batizada em 11-10-1778; c/c Antônio de Faria Rosa, natural da Ilha do Faial, em 23-03-1799, em Rio Grande, filho de Domingos de Faria Alvernáz,*22-12-1731 e de Mariana Rosa de São José, *27-03-1733, ambos naturais de Nossa Senhora do Socorro, Horta, Ilha do Faial. Neto paterno de Domingos Jorge de Faria Alvernáz e de Ana Maria d’Ávila, e neto materno de Manuel Garcia Nunes e Francisca Rosa de São José, todos naturais da Ilha do Faial. Maria e Antônio são octanavós do autor. Descendem deste casal boa parte da população da Região Sul do Rio Grande do Sul, em especial em Piratini, e em sua descendência encontram-se as famílias: Santos, Dutra, Borges, Oliveira, Garcia, Passos, Domingues, Afonso, Nunes, Vargas, Andrade e muitas outras.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Menina Primavera.

Primavera chegará logo, logo,
Os bons ventos e o perfume das flores,
Voltarão depois do inverno longo.

Voltarei a escutar o suave canto dos pássaros,
Nas doces manhãs de primavera,
Deleitar-me com o perfume que o vento carrega em seus braços,
Na estação mais linda e sincera.

Renascerei das minhas cinzas,
Caminhando rumo ao desconhecido,
Desvencilhando-me das densas neblinas,
Que o inverno trouxe para mim.

Anseio que ela seja tão duradoura quanto foi o meu amor,
Que resistiu a tudo,
E agora será aquecido pelo bom calor,
Que de mim foge, se me descuido.

Primavera e seu encanto de menina,
Suave e graciosa,
Nunca me desanima,
Pois sei, que nada na vida,
É mais belo que a primavera!

-Pinheiro, Erasmo;
Piratini, 01 de Setembro de 2013.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Malditas Rimas.


Como irei enfrentar cada dia
Sem a tua companhia?
Terei de me consolar a mim mesmo,
Proteger-me do frio da noite,
Da solidão também,
No coração, este dolorido açoite.

Sei que nada posso fazer,
Em relação á nós dois.
A não ser
Estas malditas rimas
Escrever.
Também assistir os dias passarem,
O tempo escorrendo por entre meus dedos,
Como um elixir que adia minha morte,
Se desintegrando e sumindo no ar,
Para minha total falta de sorte.

Malditas rimas, sem sentido algum,
Surgem da minha desilusão e sofrer,
Do saber que momento nenhum,
Poderá meu amor corresponder.

Vão se os dias passam-se as semanas,
E as coisas continuam do jeito de sempre,
Regados á minha covardia,
E do teu desamor,
Que a cada dia mais se firmaria.

Sim, são malditas rimas,
Mal ditas,
E mal escritas.
Por mim,
Que no túnel da vida,
Não vê a branca luz, nem o derradeiro fim.

E assim nada podia mais fazer,
Se não queimar e queimar meus dias,
Porém sem os viver.
Guardando na imensidão da noite,
As cinzas de minhas poesias.


-Piratini, 26 de agosto de 2013.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Não entendo esse tal de "Amor".

"Não existe nada de errado no mundo. Mesmo um relógio parado consegue estar certo duas vezes por dia"
-Paulo Coelho.

Já morri, mas continuo de pé,
Já desacreditei, mas não consegui entender, 
Não acredito mais no céu nem no inferno, mas ainda tenho fé,

Num dia tantos sentimentos
Alegria, dor e lamento.

Não consigo ver a luz,
Que tu me trouxeste.
Leve pluma que o vento conduz,
Fostes para tão longe
Para aquele mesmo lugar que vieste.

Um amor impossível,
Este que eu sempre sonhei,
Alguém com essa voz, esses cabelos e esses olhos,
E te ver partir, me é inadmissível.

Dor seca e mortal,
Que consome meus dias
Torna-se tão sem igual,
Quando se percebe que lágrimas nos molham a face
Tornando-nos pessoas frias.

Saber que seus sentimentos não velem nada
Mesmo amando outro alguém
Quem em nosso peito faz morada,
Onde antes era oco,
Agora só de contemplar sua imagem,
Meu peito leva um soco,
E tem a certeza de que nunca ficaremos juntos.

-Pinheiro, Erasmo.
Piratini, 14 de agosto de 2013.

sábado, 10 de agosto de 2013

Piratini, 20 de julho de 2013.

Confesso que não vou te implorar que fique mais um pouco.
Eu queria que ficasse mais um segundo que fosse, isso eu queria.
Prender-te-ia dentro de uma gaiola se fosse o caso.
Mas nada posso fazer.
Nunca me passou pela cabeça te amar. No começo era algo mais carnal, mas aos poucos, fui garimpando tua alma, e descobri o paraíso. Um paraíso proibido a mim.
A cada despedida nossa, o meu olhar se torna mais turvo e pesado. Tu vais indo e indo e eu fico ali, estático sem querer acreditar que nosso pouco e tão valioso tempo se esgotou. Por que ó Deus, por quê?
Eu tenho minha parcela de culpa nisso tudo. Porém quando eu errei, não sabia o quanto tu ias te tornar importante para mim. Pois é.
No “nosso começo de relação-amizade-minha-paixonite”, te achava alguém estranho e sem a mínima graça, sim era assim que eu te via. Achava-te comum, sem o mínimo conteúdo.
Pois é.
Gostar de alguém é como colocar algo redondo perto do início de uma ladeira. Ai, quando começa a rolar aquela atração físico-mental, já era o controle da situação.
Aqui por estas bandas do meu peito, foi bem assim. Tenho medo que o precipício seja alto de mais e eu me estabule no chão.
Pois é.
Uma fase, uma vida toda, não consigo saber. Sou humano de mais para querer entender uma pequena parcela disto.

Sei que isso está impregnando no meu peito e parece que não vai se soltar tão fácil assim...