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domingo, 23 de junho de 2013

Três casas, três histórias.

"Tapera dos Duarte"
Sua data de construção é incerta, porém os antigos donos acreditam que sua  construção foi antes da Revolução Farroupilha (1835-1845), sendo de propriedade inicial de Leonardo Vaz, este, anos depois, já em sua velhice resolveu mudar-se para o Uruguai, indo, juntamente com esta casa, os campos dele á leilão. Simeão Estelita Duarte, morador da Villa de Piratini, adquiriu a casa e os campos de Leonardo Vaz. Este residia na sede da então Villa, juntamente com sua esposa dona Ignácia Vergilina e seus 4 filhos, e pelo falecimento de outras duas filhas do casal, resolveram  mudar-se para o campo e tornarem-se pecuaristas. Ali o casal viveu pelo resto da vida, quando em 1918 Simeão veio a falecer e dona Ignácia viveu com os filhos, noras e netos, até sua morte em 1924. Também foi usada como trincheira durante a Revolução Federalista, por pessoas envolvidas nesta. Após o falecimento de Ignácia, a casa passou a ser de seu filho, José Francisco Duarte, o Chiquinho que morou durante toda sua vida juntamente de sua esposa Maria Francisca, a Cotinha, filha do Tenente-Coronel João Ignácio Pinheiro, e de seus 13 filhos. Após a morte destes, na década de 1950, a casa passou a pertencer a sua filha, Noêmia Pinheiro Duarte, que solteira, viveu ali, juntamente de seus irmãos, na maioria solteiros, por cerca de 82 anos, até pouco perto de sua morte.
Localiza-se no 1º distrito de Piratini, no lugar denominado Passo do Alfaiate. É praticamente construída de pedras,  e sofreu reformas ao longo do século XX.

"Chácara dos Vimes", "Tapera dos Pinheiro" ou ainda "Tapera do Conceição".
Sua data de construção é incerta, porém segundo os seus antigos donos, foi construída  durante a Guerra do Paraguai (1864-1870). Construída a mando de Manoel José da Conceição, o Maneco Conceição, um dos homens mais ricos da época da Villa de Piratini. É construída em boa parte de sua estrutura em pedra. Em uma de suas paredes laterais, tem no alicerce uma pedra, na qual acredita-se que seja assombrada.
Serviu de residência a Manoel José e sua esposa dona Ignez de Castro Ferreira da Conceição e seu filho João Francisco da Conceição. Manoel era agricultor, e por motivo de estarem em meio á uma Guerra, este juntou seu dinheiro dentro de uma bruaca, e foi para o campo com um escravo. Chegando num determinado ponto, mandou o escravo cavar e enterrar o dinheiro. Feito isso, deu um tiro no escravo e o enterrou junto ao dinheiro, com a desculpa que seria para que o escravo cuidasse seu dinheiro. Assim este foi enlouquecendo. Um outro dia, foi vistar sua plantação de trigo, que tinha nos fundos da sua residência, e chegando lá resolveu colocar fogo na resteva do trigo, e assim fez. Mas o fogo se alastrou e acabou incendiando todo o trigo que secava ali perto. Não demorou muito tempo para que este adoecesse e acabasse morrendo na década de 1880. Assim Ignez jovem, viúva ficou com seu filho para criar e a propriedade para tocar em frente. Logo fatos no pais aconteciam, tais como a abolição da escravatura e a chegada da República.
Então no ano de 1889, Ignez aos 28 anos se casa pela segunda vez, desta com o Tenente-Coronel João Ignácio Pinheiro, também viúvo e com uma filha, já adulta e casada.
Ambos se casam e vem a residir na Chácara dos Vimes, onde, juntos tem 7 filhos.
Após a morte do casal, na década de 1910, a residência passa a ser de seu genro, José Francisco Duarte, casado com Maria Francisca Pinheiro, a Cotinha, filha destes. Após algum tempo, o casal vai residir na propriedade dos pais de José, e a residência passa a pertencer ao filho mais moço, Manoel Ignácio, este que alguns anos depois casa-se com dona Edith de Oliveira Faria, e tem 11 filhos desta união, todos nascidos na Chácara. Durante a Revolução de 1923, Manoel sendo de um dos lados envolvidos, entrincheira-sem, junto de sua esposa e filhos, na Chácara. Muitas outros fatos foram ali acontecidos. Mas muitos não se sabe ao certo.
Hoje em dia pertence á uma neta de Ignez e filha de Manoel Ignácio.
Localiza-se no Passo do Conceição, no 1° distrito de Piratini.

"Tapera dos Crespo"
Construída antes do inicio do século XX, por André Lucianno Crespo, uruguaio, morador na então Villa de Piratini. Vindo do Uruguai na primeira metade do século XIX, casou-se com Francisca da Conceição, filha de um dono de terras na localidade do Cerro da Conceição. Pouco se sabe sobre a vida deste casal após o casamento que se realizou nesta cidade em 1840, durante a Revolução Farroupilha. Durante o período que pertenceu ao seu filho, Affonso Cassiano, era utilizada durante as atividades pastoris da família como lugar de guardar arreamento e outros objetos ligados a esta atividade. Durante algum tempo serviu de residência para uma das irmãs de Affonso Cassiano, que era solteira. Conta-se que esta possuía uma certa quantia de moedas de ouro, as ditas "onças", e que sempre as enterrava em tempo de guerras, ao lado de uma pedra próxima a casa. Porém quando estava na velhice ocorreu uma revolução, certamente a Revolução de 1923, na qual ela novamente enterrou suas moedas, mas após o termino desta, nunca mais achou onde estavam. Porém, anos mais tardes foram descobertas e roubadas.
Também foi sitiada pelas forças dos "Chimangos", durante a Revolução Federalista (1893), e estes atacaram o rebanho de cabras que a família possuía na propriedade, com violência, dizimando o rebanho, que foi destinado a alimentar os soldados.
Foi sempre habitada por os descendentes de André , no século XX e XXI.
Também é considerada um local assombrados, pelos relatos contados pelos seus antigos donos.
Sofreu reformas em toda sua estrutura, inclusive no formato original de seu telhado, que era em formato "cupair", passando a ser em formato de "oitão". Também foi renovado seu reboco original, mas mantendo as portas, portais e janelas originais de cedro.
Localiza-se na localidade do Passo do Fio, no 1º distrito de Piratini.



terça-feira, 25 de dezembro de 2012

O Sobrado da Dorada


Construído por volta de 1830-1840 , este é o famoso Sobrado da Dorada, um dos mais belos exemplos de Arquitetura de nossa cidade.
Chegando em Piratini, no final da década de 1820, o médico francês José Afonso Gassier, casou-se com Florinda Pimentel de Melo, viúva de Francisco Moreira da Silva Verde, o qual foi signatário da Ata de Sessão Extraordinária da Republica Rio-Grandense, datada de 16 de novembro de 1837.
Ficando viúva deste primeiro esposo e tendo toda vida pela frente, Florinda casa-se com o Dr. Afonso, sendo este um dos casais mais abastados da época, uma vez que ela era neta de Vicente Lucas de Oliveira, um dos políticos e estancieiros da Vila de Piratinym.
Após o consórcio deste casal, os mesmo passam a residir em uma casa modesta á frente do atual sobrado.
O doutor começa á atender seus clientes e logo ganha a simpatia da população, em uma das épocas mais convulsivas da história de nosso estado: a Revolução Farroupilha.
Então, não levou muito tempo para que ele conseguisse juntar dinheiro para construir um suntuoso sobrado.
Foram trazidos da França azulejos, os quais ornamentam toda a  fachada, portas feitas com madeira de lei, portas com vidraças ornamentadas com desenhos, além de uma lareira de mármore branca, e os quatro animais, um cachorro, o qual foi o único que restou nos dias atuais, um tigre, um leão e um cabrito, em cima e quatro dos seis pilares que ficam em cima da denominada "açotéia", uma espécie de sacada, em cima do quarto no qual o médico atendia seus pacientes.
A residência era também onde aqueles que sem condições financeiras, ficavam aos cuidados do médico, tanto que esta açotéia servia também para deixar os pacientes tomarem Sol durante seu tratamento.
Muitas pessoas morreram neste residência, e por serem pobres, ou por outros motivos, eram sepultadas nos arredores do Sobrado. Daí partem ás inúmeras lendas de que este Sobrado seria assombrado.
Os anos passaram, e o casal não gerou nenhum filho, então decidiram adotar um menino, filho de parentes distantes de Florinda, chamado Affonso Cassiano Crespo, este que foi seu afilhado.
Na década de 1860, vendo que não havia um Cemitério Publico, para uso de pessoas menos abastadas, o doutor Gassier doa a comunidade um terreno para que seja construído o cemitério.
Então é fundado o Cemitério Santo Afonso de Ligório, o atual Cemitério Municipal, no final da década de 1860.
Conta-se que em seus fundos, havia uma fábrica de foguetes, pertencentes aos irmãos Gonzaga, a qual foi demolida anos mais tarde até os alicerces.
Os anos vão passando e a velhice começa a chegar para o casal, e então, já um homem feito, Affonso Cassiano, casa-se com a pelotense Maria Augusta Carvalho dos Santos,e os dois amparam o casal na velhice.
No início da década de 1890, o casal vem a falecer, sem filhos ou parentes próximos, o Sobrado então é deixado para Affonso, assim como os outros bens do casal.
Ali Afonsso e Maria Augusta criaram seus treze filhos, dentre estes, uma das mais novas, chamada Doralina, a qual todos conheciam por Dorada.
Dorada, nasceu no Sobrado, no ano de 1900, era uma das mais belas moças da cidade.
No final da década de 1920, Dorada casa-se com o italiano Humberto Gottuzzo, desta união surge apenas um filho, Affonso de Jesus.
No final da década de 1930 morre Affonso Cassiano e mais adiante, em 1948, morre Maria Augusta, ficando assim para Dorada, assumir o Sobrado.
Viúva, e com seu filho morando em Pelotas, Dorada resolve chamar uma de suas irmãs, Ambrozina, para morarem juntas, uma vez que ambas eram viúvas, aos cuidados de uma filha de criação.
Mas sempre haviam por ali seus irmãos ou sobrinhos, que seguidamente pernoitavam no Sobrado.
Já bastante idosa, Dorada, fica doente e morre no Sobrado.
Então passa a ser posse de seu filho, Affonso de Jesus, o qual aluga para várias pessoas o Sobrado.
Hoje em dia pertence á viúva de Affonso, D. Maria, e encontra-se em precárias condições de conservação, mesmo sendo patrimônio histórico, tombado pelo IPHAE.
Localiza-se na Rua General Neto, no Bairro Santa Izabel,em Piratini.
-Erasmo Bonotto Pinheiro Crespo 

Genealogia da Família Crespo

Ambrósio Crespo:*1770, na Ilha de Lançarote, Ilhas Canárias, Espanha; c/c Margarida Ramosna *1773, nat. das Canárias. São heptavós do autor. Pais de:
F. Juan Crespo:*1790, nas Ilhas Canárias; morreu em 13-06-1840, em Piratini, c/c Gabriela (ou Gabianna) Josefa Robaina Crespo *1792, nat. das Ilhas Canárias, e falecida no Brasil, antes de 1860. São penta avós do autor. Pais de:
N. Lourenço Henrique Crespo:* Lançarote, Ilhas Canárias, morreu no Brasil; c/c Teodora Matilde da Silva, filha de Américo Pereira da Silva, nat. de Rio Grande, e de Silvana Matilde Soares, nat. de Taquari. Pais de:
Bn. Antônio da Silva Crespo:*1848, em Patrocínio, Rio Grande do Sul; c/c Antônia Joaquina Gonçalves Centeno, *18-11-1857, nat. de Camaquã, Rio Grande do Sul, filha de Antônio Manuel Centeno (filho de Antônio José Centeno e de Maria Angélica da Silva), e de Maria Angélica Gonçalves da Silva, nat. de Camaquã (esta filha do General Bento Gonçalves da Silva, *Triunfo, Herói farroupilha, e de Da Cayetana Joanna Francisca Garcia y Gonzáles *Cerro Largo, Melo, Uruguai). Pais de:
Bn. América da Silva Crespo:*18-03-1853, no Boqueirão, Rio Grande do Sul; c/c Antônio Manuel Centeno, nat. de Camaquã, filho de Antônio José Centeno e de Maria Angélica da Silva, nat. de Pelotas.
Bn. Francisco da Silva Crespo:*01-12-1853.
Bn. Teodora da Silva Crespo:*11-01-1857, em Boqueirão; c/c José Soares da Silva Sobrinho * p/v de1850, nat. de Pelotas, em 21-01-1877, em Pelotas, filho de Francisco de Paula Soares da Silva e de Maria Constança de Paula (Pinto) Soares da Silva. Pais de:
Tn. Francisco de Paula Soares:*18-05-1878, em Pelotas, batizado em 06-10-1879, em Pelotas, c/c Maria Serafina Russo, em 14-03-1908, em Pelotas.
Tn. Maria José Soares:*05-12-1879, em Pelotas, batizada em 10-01-1880, em Pelotas.
Tn. Francisca de Paula Soares:*1884, em Pelotas.
Tn. Georgina Soares da Silva:*1885, em Pelotas.
Tn. Angelina Soares da Silva:*1887, em Pelotas.
Tn. Dorila Soares da Silva:*1888, em Pelotas.
Tn. Colmar Calthon Soares da Silva; José Crisanto Soares da Silva: * em Pelotas.
Bn. Pedro Silva Crespo:*22-02-1857 , no Boqueirão,;c/c Perpétua Angélica Gonçalves Centeno, *20-01-1869, em 07-04-1888, em Camaquã, filha de Antônio Manuel Centeno e de Maria Angélica Gonçalves da Silva.
Bn. Maria Angélica da Silva Crespo:*1869.
Bn.José Wenceslau da Silva Crespo:*03-07, no Boqueirão; c/c Palmira Antônia Gonçalves Centeno *1866, filha de Antônio Manuel Centeno e de Maria Angélica Gonçalves da Silva.
N. Ambrósio Sabino Crespo:*25-04-1815 nat. de Pelotas (ou Ilhas Canárias); morreu em 24-02-1869, com 54 anos, em Pelotas; c/c Flora da Conceição *26-07-1811 nat. de Pelotas, em 24-06-1838, em Pelotas (outra fonte da como sendo nat. de Piratini). Pais de:
Bn. João Cypriaco Crespo (Major):*p/v de 1839, em Pelotas; morreu em 30-06-1909, em Pelotas; c/c Heloísa Py, nat. do Uruguai, *p/v de 1843, e falecida em 19-09-1909, em Pelotas, filha de Francisco Xavier Py, *04-12-1810, nat. de Cerro Largo, Melo, Uruguai, e de Matilde Pimentel de Lima *20-12-1819, nat. de Piratini. Pais de:
Tn. Noemi Py Crespo: *p/v de 1899, em Pelotas.
Tn. Francisco Py Crespo:*p/v de 1895, em Pelotas.
Tn. João Py Crespo:*p/v de 1893, em Pelotas. Foi Deputado Estadual.
Tn. Flora Py Crespo:*18-06-1863, em Pelotas, ali morreu em 29-03-1925, com 61 anos; c/c João da Silva Tavares (Jonica), *03-06-1858, nat. de Pelotas, em 18-06-1885, em Pelotas, filho de Joaquim da Silva Tavares (Barão de Santa Tecla), *28-01-1830, nat. de Herval, Rio Grande do Sul, e de Amélia Gomes de Melo (Baronesa de Santa Tecla), *23-05-1836, nat. de Rio Grande, Rio Grande do Sul. Joaquim morreu em 01-04-1929, com 70 anos, em Pelotas.
Tn. Ambrosina Py Crespo:*p/v de 1865, em Pelotas; c/c o Dr. Emílio Leão, *16-02-1868, nat. e bat. em Porto Alegre, em 28-02-1894, em Pelotas,  filho de Francisco José de Leão *02-02-1825, nat. e batizada em Triunfo, e de Maria Carlota Alves *p/v de 1846. Emílio morreu em Pelotas. Pais de:
Ten. Dulce Crespo Leão:*p/v de 1895, em Pelotas.
Tn. Luiza Py Crespo:*p/v de 1891, em Pelotas.
Bn. Maria da Conceição Crespo:*01-04-1838, em Pelotas; c/c João Chaves Campello, *12-03-1838, nat. de Pelotas, em 11-02-1865, em Pelotas, filho de Manuel dos Santos Campello *08-10-1807, nat. e batizada em Herval, e de Maria Isabel Chaves *07-07-1818, nat. de Pelotas. Pais de:
Tn. Jônatas Crespo Chaves Campello: *22-04-1867, em Pelotas, morreu em 04-02-1932, com 65 anos, em Rio de Janeiro; c/c Luiza Chaves Paredes *22-09-1873, nat. de Pelotas, em 02-09-1893, em Pelotas, filha de Inácio Soares Paredes *19-11-1849, e de Joaquina Antônia Chaves *07-03-1854, naturais de Pelotas. Luiza morreu em 12-04-1946, com 72 anos, no Rio de Janeiro.
Tn. Tancredo Crespo Chaves Campello: *03-10-1874, em Pelotas.
Tn. Maria Ambrosina Crespo Campello: *27-09-1867, nat. de Pelotas, morreu em 18-05-1935, com 67 anos, em Pelotas;c/c Plotino Amaro Duarte *15-01-1860, nat. de Rio Grande, em 10-04-1885, em Pelotas, filho de José Francisco Duarte *p/v de 1822, nat. de Portugal, e de Maria de Sequeira *03-09-1838, nat. de São Roque, Ilha do Pico, Açores. Pais de:
Ten. Gastão Campello Duarte: *10-02-1886, em Pelotas.
Ten. Plotino Campello Duarte.
Ten. Jorge Campello Duarte: *23-02-1892.
Ten. Hilda Campello Duarte:*29-10-1888 c/c Augusto Simões Lopes *15-07-1880, em 12-01-1906, em Pelotas. Hilda morreu em 26-07-1947, com 58 anos, no Rio de Janeiro. Pais de:
Pen. Laura Duarte Simões Lopes:*06-06-1908, em Pelotas; c/c Ubirajara Índio da Costa *06-08-1902. Laura morreu em 03-08-1993, com 85 anos, no Rio de Janeiro.
N. André Lucianno Crespo:*p/v de 1817, em Montevidéu, morreu de causas naturais, em 21-03-1901 (c-2-4), com 84 anos, no 1O distrito de Piratini, declarante Francisco Leite de Souza, sepultado no Cemitério Público; c/c Francisca da Conceição, *Piratini, em 21-05-1840(pág.205 e 206), em Piratini, filha de Francisco da Conceição e Manoela da Silva, naturais das Ilhas Canárias. Testemunhas de casamento: Francisco Moreira da Silva Verde e Ambrósio Sabino Crespo. Vigário Miguel Justino Garcez Moncada. André e Francisca são tetra avós do autor. Pais de:
Bn. Nicolina Tolentina Crespo: solteira, morreu em 30-05-1903, em Piratini.
Bn. Flora Crespo: solteira.
Bn. Manoela Crespo: c/c ??.
Bn. Affonso Cassiano Crespo:*13-08-1859, morreu em 18-08-1936, com 77 anos, de Anghina Impectorys, em sua residência em Piratini, sepultado no Cemitério Municipal de Piratini; c/c Maria Augusta dos Santos *Pelotas, em Pelotas, filha de Augusto Alves dos Santos e de Joaquina Maria Carvalho dos Santos. Maria Augusta morreu em 31-07-1948, já viúva, em Piratini, também sepultada no Cemitério de Piratini. São trisavós do autor. Pais de:
Tn. Mário Alexandrino Crespo: c/c Ibraídes Paládias de Melo Crespo. Pais de:
Ten. Docilde de Melo Crespo (Queza):c/c Waldomiro Lima. Pais de:
Pen. Afonso Crespo Lima; Ilma Crespo Lima.
Ten. Pedro Alexandrino Crespo: c/c Leonor Gonçalves da Luz (Morena). Leonor morreu em 2013, em Piratini, com 86 anos, já viúva. Pais de :
Pen. Bento da Luz Crespo.
Pen. Dorval e Nezinha Crespo.
Tn. Joaquim André Crespo (Pequeno):c/c Maria Angélica Braga Crespo (Pequena), residentes em São Lourenço do Sul. Pais de:
Ten. Maria Amélia, João, e Crizanto Braga Crespo.
Tn. Amaury Noé Crespo: c/c Alice de Araújo Crespo, residentes em Pelotas. Pais de:
Ten. Nelí de Araújo Crespo.
Tn. Leoncina Crespo Garcia:*01-04-1892, em Piratini, morreu em 01-08-1972, em Montevidéu, com 80 anos; c/c José Marcelino Nunes Garcia (Zeca), *14-01-1890, nat. de Piratini, filho de José Ignez Nunes Garcia e de Maria Ignez de Oliveira. José morreu em 19-10-1970, com 79 anos, em Montevidéu. Pais de:
Ten. Nancy Crespo Garcia:*14-12-1919, em Piratini; c/c Ricardo de Sosa Rojas. Morreu com 74 anos no Uruguai. Pais de:
Pen. Maria Adela de Sosa Nuñez:*14-06-1945, no Uruguai; c/c José Vergara Muniz, nat. do Uruguai, em 05-01-1982, em Rio Branco, Cerro Largo. Pais de:
Hep. Lorena Vergara; Nancy Elizabeth Sena; Ricardo Vergara.
Hep. Carolina Vergara:*07-04; em Montevidéu; c/c Douglas Leal, residentes em Rio Branco, Cerro Largo, Mello, Uruguai.
Ten. Argélia Crespo Garcia: *1927, em Piratini; c/c??, no Uruguai. Pais de:
Pen. Maria Helena Mier Garcia:* 17-04, em Montevidéu.
Ten. Yolanda Crespo Garcia:*p/v de 1921, em Piratini.
Ten. José Nunes Garcia: *Piratini, c/c Enilda Garcia.
Ten. Del rio Crespo Garcia:*Piratini, morreu em 03-01-1997; c/c??. Pais de:
Pen. Mariela Crespo:* Uruguai.
Pen. Del Rio Crespo: c/c Elizabeth. Residentes nos EUA.
Ten. Brasil Crespo Garcia:*21-05-1923, em Piratini; c/c? Beltran. Morreu em 24-06-1988, com 65 anos, em Porto Alegre. Pais de:
Pen. Elizabete Beltran Garcia:* 16-08, em Porto Alegre; c/c Avelino Freitas Neto *16-06-1949. Pais de:
Hep. Aline Garcia de Freitas.
Ten. Maria Crespo Garcia: *25-05-1918, em Piratini, morreu em 08-07-2008, com 90 anos, em Porto Alegre; c/c Oscar Gonçalves. Maria foi Miss Piratini, na década de 1940. Pais de:
Pen. Oscar Garcia Gonçalves:*29-09-1948, morreu em 25-06-2009, com 60 anos, em Porto Alegre.
Pen. Francisco Garcia Gonçalves (Xico);
Pen. Maria Aparecida Gonçalves Foenrges (Cida): * Porto Alegre, c/c ? Foenrges. Pais de:
Hep. Louise Gonçalves Foenrges;
Hep. Cristine Gonçalves Foenrges
Pen. Iara Maria Gonçalves:*1939.
Tn. Olorival Crespo:*04-09-1894, em Piratini, registrado em 06-09-1894 (2-86 v), morreu em 21-09-1975, com 80 anos (C-10-150 v), em Piratini, sepultado no Cemitério Municipal de Piratini; c/c Olília Motta Duarte *08-06-1898, filha de Baltazar Barbosa Duarte (Jarico), e de Izabel Motta Duarte (Belica), neta  paterna de Baltazar Barbosa Duarte e de Joaquina Barbosa Duarte, neta materna de Pedro Duarte e de Lauriana Motta Duarte. Olília morreu em 27-03-1968, com 69 anos, em sua residência, no 1o Distrito de Piratini, sepultada no mesmo Cemitério. Olorival e Olília são bisavós paternos do autor. Pais de:
Ten. Maria Izabel Crespo Cardozo: *30-11-1929, em Piratini, morreu em 22-07-1996, com 66 anos, em Piratini, sepultada no Cemitério Municipal de Piratini; c/c Dionísio Dias Cardozo, falecido em 2010, em Piratini. Pais de:
Pen. Miriam Crespo Cardozo: batizada em 26-12-1969.
Pen. Paulo Crespo Cardozo: c/c ??.
Pen. Mirta, Wladimir, Jacqueline, e Vera Crespo Cardozo.
Ten. Amaury Cassiano Duarte Crespo (ou Pedro Amaury, como no batismo): *11-09-1931, em Piratini, batizado em 05-12-1931 (21, 55), em Piratini, padrinhos avós paternos; Vigário Miguel Guinot Bernal. Morreu em 11-10-1978, com 47 anos, solteiro, em Piratini, sepultado no Cemitério Municipal de Piratini.
Ten. Sílvio Luciano Duarte Crespo: *18-02-1937, em Piratini, morreu em 02-02-1986, com 48 anos, em Piratini, sepultado no Cemitério Municipal de Piratini; c/c Marina Farias Pinheiro *17-04-1943, nat. de Piratini, em 28-10-1961, em Piratini, filha de Manoel Inácio Pinheiro *24-01-1900, e de Edith Farias Pinheiro *25-10-1916, naturais de Piratini, neta paterna do Tenente-Coronel João Inácio Pinheiro e de Ignez de Castro Ferreira Pinheiro, e neta materna de Adriano Eudóxio de Farias e de Universina Elena de Oliveira Farias, todos naturais de Piratini. Testemunhas de casamento: Alziro Marino Dutra e Silva e sua esposa, Aldina Duarte e Silva. Sílvio Luciano e Marina são avós paternos do autor. Pais de:
Pen. Luiz Alberto Pinheiro Crespo:*05-10-1967, em Piratini, registrado em 09-10-1967 (54 v, 28), em Piratini; padrinhos Dionísio Dias Cardozo e sua esposa Maria Izabel Crespo Cardozo, seus tios; c/c Neiva Terezinha Carvalho Bonotto *11-03-1969, natural de Santa Maria, filha de Honório Valentim Bonotto  *24-04-1940, nat. de Santa Maria e de Maria Lorena Carvalho *07-10-1948, nat. de Formigueiro, Rio Grande do Sul, neta paterna de Roberto Bonotto e Brandina Druzian, e materna de Manuel Charão e de Virginia da Rosa Carvalho. São os pais do autor. Pais de:
Hep. Erasmo Bonotto Pinheiro Crespo:*02-05-1996, em Piratini, registrado em 13-05-1996, em Piratini; batizado em Piratini, padrinhos João Carlos d Ávila Lucas e sua esposa Ressi Pinheiro Lucas; É o autor destas genealogias.
Hep. Maria Luiza Bonotto Pinheiro Crespo:*11-09-2009, em Piratini, batizada em 19-07-2010, em Piratini, Vigário Darvan Hernandez, padrinhos Fábio Luciano Pinheiro Crespo e sua esposa Márcia Ferreira Duarte, seus tios.
Pen. Fábio Luciano Pinheiro Crespo:*14-03-1975, em Piratini, batizado em Piratini, padrinhos Getúlio Farias Pinheiro e sua esposa Eva Vaz e Silva, seus tios; c/c Márcia Ferreira Duarte *17-10-1976, nat. de Piratini, sua prima 2a, filha de Alvem Pinheiro Duarte *23-04-1929 e de Enilda Ferreira Duarte *01-08-1949, naturais de Piratini, neta paterna de José Francisco Duarte e Maria Francisca Inácia Pinheiro Duarte, e materna de Onécio de Souza Ferreira e de Maria José Gonçalves Ferreira. Pais de:
Hep. Marina Cassiana Duarte Crespo:*21-04-2012, em Piratini, batizada em -01-2013, em Piratini, e foram padrinhos Délcio Nunes e sua esposa Maria Ferreira Duarte.
Pen. Eliz Regina Pinheiro Crespo:*25-11-1973, em Piratini, batizada em Piratini, padrinhos Walter Dutra e Silva e sua esposa Maria Elena Pinheiro e Silva, seus tios, solteira.
Tn. Dorval Crespo:* Piratini; c/c Cila Maria Braga Crespo, residentes em Pelotas. Teve um filho fora do casamento:
Ten. Tomás Crespo:*Pelotas.
Tn. Afonsina Crespo Leite:*Piratini, morreu em Pelotas; casada em 1as núpcias com Verges ?; E em 2as núpcias com o Sargento Salvador de Sousa Leite, residentes em Pelotas. Sem descendência.
Tn. Ambrosina Crespo Schneider: c/c Jacob Schneider Júnior, sem descendência.
Tn. Ondina Crespo Costa:* Piratini, gêmea com a anterior; c/c Agrepino Costa. Morreu em Piratini. Pais de:
Ten. Afonso, Celi, Ceni e Maria Ondina Crespo Costa.
Tn. Laura Crespo Duarte: *Piratini: c/c Boaventura Nunes Duarte. Pais de:
Ten. Heitor, Maria Augusta, Maria Francisca, Sônia, e Dalila Crespo Duarte.
Tn. Doralina Crespo Gottuzo (Dorada): *p/v de 1900, em Piratini; c/c Humberto Gottuzo, italiano. Doralina morreu já viúva, em Piratini. Pais de:
Ten. Afonso de Jesus Crespo Gottuzo:*15-12-1938, em Piratini, morreu em 24-05-2010, com 71 anos, em Piratini; c/c Maria Adail Meireles. Pai natural de:
Pen. Humberto Ariel Gottuzo.
Tn. Francisca Crespo e Silva (Chiquinha):*13-08-1884, em Piratini; c/c Abílio Vaz e Silva, filho de Manoel Antônio de Morais e Silva e de Maria José Vaz e Silva. Morreu já viúva, em Piratini. Sepultada no Cemitério Municipal de Piratini. Pais de:
Ten. Colmar Crespo e Silva:* Piratini; c/c Marina Adam, *19-08-1929, filha do DR. Paulo Adam. Marina morreu em 08-08-2012, com 83 anos, em Piratini, sepultada no Cemitério de Piratini. Pais de:
Pen. Clóvis Adam e Silva:*27-01-1958, em Piratini, teve uma filha com Enilda Farias Pinheiro, filha de Manoel Inácio Pinheiro e de Edith Farias Pinheiro; c/c Marinilda Bandeira de Lima, filha de Alcides Bandeira de Lima e de Santa Rosália Bandeira de Lima. Pais de: (com Enilda)
Hep. Emanuele Farias Pinheiro e Silva:*26-04-1993, em Piratini.
Com Marinilda:
Hep. Sílvia de Lima e Silva:*1996; c/c Wiliam ?.Pais de:
Sep. Augusto:*11-09-2012, em Piratini.
Pen. Cloé Adam e Silva:*27-01-1958, gêmea com Clóvis; c/c José Carlos Pereira Réggio, filho de José Carlos Nunes Réggio e de Nara Eucarlina Pereira Réggio, naturais de Piratini. Pais de:
Hep. Cléo e Silva Réggio, *Piratini; Lucas e Silva Réggio, *1996, em Piratini.
Pen. Cleuza Adam e Silva:*Piratini; c/c Aírton Vargas, filho de Epifânio Vargas. Pais de:
Hep. Verônica e Silva Vargas.
Hep. Veridina Vargas Weege:  c/c  Weege. Pais de:
Sep. Ricardo e Laura Vargas Weege.
Pen. Cléia e Silva Gonçalves: c/c Claudio Gonçalves. Pais de:
Hep. Marcelo e Charlene e Silva Gonçalves.
Ten. Augusto Crespo e Silva:*29--1921, em Piratini, morreu solteiro, em Piratini.
Ten. Afonso Crespo e Silva: c/c Marina Nunes e Silva, a qual morreu em 2011, em Piratini, já viúva.
Ten. Ilda e Silva Machado: c/c Enedino Machado.
Ten. Maria e Silva Ferreira: c/c Alcebíades Ferreira.
Ten. Leontina e Silva Nunes: c/c            Nunes. Morreu viúva, em Piratini. Pais de:
Pen. João e Silva Nunes: c/c Estela da Silva Bandeira, filha de Basílio Pinto Bandeira e de Auracel da Silva Bandeira. Pais de:
Hep. Fátima Bandeira Nunes Garcia: c/c ??.
Ten. Tarcílio Crespo e Silva: *02-11-1910, em Piratini, morreu em 26-10-1987, com 76 anos, em Piratini; c/c Marina Vaz e Silva *11-10-1919, nat. de Piratini. Pais de:
Pen. Neura Vaz e Silva:*12-06, em Piratini; c/c Antônio Zolmar de Oliveira e Silva,* Piratini, seu primo segundo, filho de Sílvio Dutra e Silva e de Floriana de Oliveira e Silva; separados.
Pen. Veriano Vaz e Silva:* Piratini; c/c Geneci de Oliveira Eschebestes, filha de Darcy Eschebestes e de Cenira de Oliveira Eschebestes. Geneci morreu em -08-2013, em Piratini, e tinha cerca de 46 anos. Pais de:
Hep. Daiane Eschebestes e Silva:* Piratini. c/c Fernando.
Hep. Ione Eschebestes e Silva:* Piratini; c/c Luís Mar Bandeira de Lima, filho de Alcides Bandeira de Lima e de Santa Rosália Bandeira de Lima.
Pen. Irene Vaz e Silva:*21-06-1965, em Piratini; c/c Ronaldo Bandeira. Sem descendência.
Pen. Maria e Silva Crespo:* Piratini; c/c Nadir Duarte Crespo *21-02-1935, nat. de Piratini, seu primo segundo, filho de Afonso Crespo e de Otília Duarte Crespo.
Pen. Iranda e Silva Eschebestes: c/c Nepomuceno Eschebestes (Dedé). Pais de :
Hep .Marivan e Silva Eschebestes:c/c Sandra.
Pen. Neuza Vaz e Silva; Amilton Vaz e Silva, Mery Vaz e Silva, Aldoni Vaz e Silva, solteiro, e Viriato Vaz e Silva.
Ten. Manoela e Silva Acosta: *p/v de 1927, em Piratini; c/c Darcy Acosta, filho de Ramiro Acosta, residentes em Pinheiro Machado.
Ten. Alda e Silva Vaz: c/c Narito Vaz.
Ten. Darcy, Aída, Ilda, Eponina, e Ilma Crespo e Silva : *Piratini.
Tn. Affonso Crespo (Filho):*13-08-1903, em Piratini, morreu em 18-10-1966, com 63 anos, em Piratini; c/c Otília Motta Duarte *31-12-1900, nat. de Piratini, em 16-11-1932 (B- 4,30 v° e 31 v°), em Piratini, filha de Baltazar Barbosa Duarte (Jarico), e de Izabel Motta Duarte (Belica).Testemunhas de casamento: Luiz de Oliveira Lessa, Militino Cassali, Doralina Crespo, Celina Duarte Cassali, Olpídia Motta Duarte e Manoel Dias de Ávila. Escrivão Manoel Dias de Ávila. Otília morreu já viúva, em 1972, em Piratini. Pais de:
Ten. Samuel Duarte Crespo:*15-07-1936, em Piratini, morreu em 31-08-2006, com 70 anos, em Pinheiro Machado, solteiro.
Ten. Nadir Duarte Crespo: *21-02-1935, em Piratini; morreu em 26-06-2002, com 66 anos, em Piratini; c/c Maria Vaz e Silva, nat. de Piratini, filha de Tarcílio Crespo e Silva e de Marina Vaz e Silva, naturais de Piratini. Pais de:
Pen. Sílvio e Silva Crespo: c/c Gessy Borba Crespo. Pais de:
Hep. Aline Borba Crespo:*23-02-1996, em Piratini.
Hep. Andriele Borba Crespo: *18-12, em Piratini.
Pen. Roberto e Silva Crespo: solteiro.
Pen. Maribel Crespo Vaz: c/c Gilson Perez Vaz, filho de Antônio d Ávila Vaz e de Marli Perez Vaz. Pais de:
Hep. Marcos Crespo Vaz: *Piratini.
Pen. Rosí Crespo Duarte: c/c Narlei Duarte.
Pen. Rosane Crespo Madeira: c/c Zidoni Madeira. Pais de:
Hep. Tiago Crespo Madeira: *30-09, em Pinheiro Machado.
Hep. Guilherme Crespo Madeira: * Pinheiro Machado, residente em Brasília, Distrito Federal.
Pen. Jânio e Silva Crespo: c/c Teresinha Silva. Pais de:
Hep. Diego da Silva Crespo: *28-11, em Piratini; c/c Jéssica Oliveira de Souza *05-01-1992, nat. de Porto Alegre, em 04-05-2011, em Brasília.
Hep. Juliana Silva Crespo.
Ten. Glicério Duarte Crespo: c/c Aldiva Madruga Sandim, filha de José Sandim e de Francina Madruga Sandim. Pais de:
Pen. Juraci Sandim Crespo Meireles (Jurinha): *25-07, em Piratini; c/c Renato Meireles Farias.
Pen. José Afonso Sandim Crespo: *13-08, em Piratini; c/c Eliz Regina Machado Crespo. Pais de:
Hep. Natália Machado Crespo: *01-10.
Hep. Adso de Melk Machado Crespo: *01-07-1995.
Hep. Ícaro Machado Crespo: *28-12-1997.
Pen. Luís Fernando Sandim Crespo: c/c Marilete Machado Crespo. Pais de:
Hep. Fernanda Machado Crespo: *19-01-1998, em Bagé, Rio Grande do Sul.
Hep. Eduarda Machado Crespo.
Pen. Cairo Renato Sandim Crespo: solteiro, residente em Piratini.
Aparece também (com dúvidas):
Bn. Celau Crespo: c/c??. Residente em São Lourenço do Sul. Pais de:
Tn. André Crespo.
Tn. (Tia Nenê) Crespo: solteira.
Tn. Ascendino Crespo: morreu em São Lourenço do Sul.