domingo, 17 de fevereiro de 2013

Fotos de família 3...

Luiz Catão Réggio Pinheiro, Manoel Ignácio Pinheiro, Rui Régio  Pinheiro, Walter Pinheiro Duarte, Alven Pinheiro Duarte, Militão e Ivo Duarte, Cerro do Ubaldo, 1° distrito de Piratini.

Joseffa de Oliveira Farias, Edith Farias Pinheiro, João Francisco Pinheiro e Manoel Ignácio Pinheiro, Piratini, cerca de 1937.

Francisca da Conceição Crespo, século XIX.

Margarida Ignácia Pinheiro, Antônia Ignácia Pinheiro e o Capitão João Ignácio Pinheiro, foto da época da Guerra do Paraguai.

Quando sopra o Minuano- Minuano - A Imembuí(parte III)


“-Vosmecê já está pensado em atacar aquela aldeia índia?”, perguntou Fernão.
“-Me diga então, necessitamos de mais cavalos, e mulheres para nosso “divertimento”, diz Miguel.
Rodrigo, não era desses homens de roubar as coisas alheias, muito menos de violentar mulheres, sendo elas índias, ou mulheres brancas, mas a necessidade de novos cavalos o fazia pensar melhor na proposta de Miguel.
Seria um bom lucro para Rodrigo, para todos, porém havia uma coisa. Era pessoas que tinham aqueles cavalos, sim pessoas, mesmo não sendo civilizados eram pessoas, tinham tido de se esforçar para prender aqueles cavalos que os primeiros jesuítas haviam trazido da Europa para a América, cavalos este  que que se tornaram selvagens , depois de terem fugido das Reduções no norte da Capitania. E então seria um crime lhe roubar estes animais. Mas se Rodrigo fosse contrário a vontade de Miguel e dos outros, que ao descobrirem da existência dessa tropilha e ainda mais dessas virgens índias, seria inútil, pois eram em número maior.
“-Ao cair da noite, nos atacamos os índios, avise os outros e preparem a munição ...” falou com os olhos baixos Rodrigo.
Rodrigo levanta a abertura da barraca e sai para a rua para enrolar um fumo, que trazia na guaiaca.
“-Entonces, se assim que vosmecê quer os façam. Eu vou embuchar a pistola ...” disse meio contrariado Miguel, passando a mão na pistola.
Feliz pela aceitação de Imembuí, Acangatú, saiu de sua tribo e foi até o riacho pescar uns peixes para levar a sua prometida, quando ao chegar ao riacho, avistou atrás do morro, fumaça, que ao vê-la, logo percebeu que se tratava de mais um bando de “Morotins”, ou seja, homens brancos.
Haviam muitos anos que os Morotins não paravam para descansar no pé daqueles morros, ou á beira do Itambé, e por isso deixou suas armas de pesca no meio de uma vassoura e decide ver isso de perto, pois  temia por sua aldeia e principalmente por a vida de sua amada. Sabia que por qualquer motivo os homens brancos podiam atacar seu povo.
Acangatú seguiu por o meio das árvores que rodeavam o monte, e aos poucos foi se aproximando das barradas improvisadas que os tropeiros haviam feito para se protegerem do temporal que havia caído.
Por o meio das árvores, ele conseguia ver os homens brancos ajeitando suas armas.
Pelo pouco que entendia do idioma dos Morotins, Acangatú consegui entender quando um deles disse ao outro:
“-Iremos nos dar muito bem, afinal, lá tem bastantes cavalos e mulheres! Ha Ha Ha! A noite vai ser boa!” disse um dos ajudantes de Rodrigo ao outro e soltando um gargalhada .
Sim! As aldeias estavam ameaçadas! Aqueles malditos iriam atacar e roubar os cavalos e mulheres que lá haviam!.
Sem fazer barulho algum, o jovem guerreiro fez uma volta no monte e entro na aldeia Minuano correndo, a fim de avisar Apacani, sobre o risco que sua tribo estava correndo.
A primeira pessoa que ele avistou ao entrar na tribo, foi sua amada Imembuí, que estava parada encostada na porta e ao perceber que ele corria em sua direção, olhou-o com um olhar admirado, de quem não esperava sua chegada.
“-Acangatú por aqui, veio me trazer peixes ou outra caça?”, falou a índia com seu belo sorriso no rosto.
“-Bem que Acangatú queria, mas tenho que falar com Apacaní, os Morotins vão atacar nossas tribos!, disse ele recuperando o fôlego, a porta da casa de Apacani.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Fotos de família 2

Família de Adriano Eudóxio de Farias e Universina  Elena de Oliveira Farias, Piratini, 1932.

Família do Tenente-Coronel João Ignácio Pinheiro e de Ignez de Castro Ferreira Pinheiro, Piratini, 10 de outubro de 1911.

Fotos de família ...

Adriano Eudóxio de Farias, fotografia de Manoel Corral, Piratini.

Isabel Chaves Pereira, esposa do Alferes Bernardo Alves de Castro , um dos maiores estancieiros de Piratini.

Alice Pinheiro Duarte, Marieta Ignácia Pinheiro e  Elvira Ferreira Pinheiro, 1917, Piratini.

Alice Pinheiro Duarte, João Francisco da Conceição e Walter Pinheiro Duarte, 1917, Piratini.

Ernéssia Ferreira de Carvalho e filhos, Taquarembó, Uruguai.

José Ignácio Pinheiro, início do século XX, Piratini.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

A Rosa


                                         “A Rosa”
A rosa, rainha das flores, é sustentada por uma haste cercada de espinhos.
No entanto, nenhum desses espinhos consegue amedrontar nem machucar a beleza e o perfume da rosa.
Seja assim você também.
Não deixe que as dificuldades consigam machucar a beleza da sua vida.
Antes, faça como a rosa.
Mantenha a sua vida sempre acima de todas as dificuldades.
Não se impressione com as pedras no caminho, sejam elas grandes ou pequenas.
Pouco importa.
Pés no chão, fronte no infinito, continue sua caminhada com passos firmes.
Cada dia você poderá sentir-se mais forte e feliz!

Autor desconhecido